Bitcoin sobe acima de US$ 7.000 e chega à máxima de três semanas

ago 28, 2018

Criptomoedas continuavam a avançar no território de alta nesta terça-feira, já que o Bitcoin atingia a máxima de três semanas.

A moeda virtual avançava 4,36% para US$ 7.024,80 na corretora Bitfinex por volta das 09h20.

Criptomoedas operavam em alta de forma geral, com o valor total de capitalização de mercado total subindo para US$ 228 bilhões no momento de redação desta matéria, em comparação com US$ 217 bilhões na segunda-feira.

O Ethereum, segunda maior criptomoeda em termos de capitalização de mercado, avançava 3,88% para US$ 287,58, ao passo que o XRP, terceira maior moeda virtual, subia 5,35% e era negociado a US$ 0,34741 e o Litecoin estava cotado a US$ 60,858, em alta de 5,60%.

Moedas virtuais ganharam força na sexta-feira após a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC, na sigla em inglês) ter dito que iria rever a decisão de rejeitar os pedidos de autorização de fundos negociados em bolsa de bitcoin. Na semana passada, a SEC rejeitou os pedidos de nove empresas para listar seus fundos de ETF em bitcoin, citando preocupações sobre fraude e manipulação de mercados de bitcoins.

Em outras notícias, 84% dos executivos entrevistados pela PricewaterhouseCoopers têm iniciativas de blockchain em andamento, descobriu um estudo da empresa de auditoria. Cerca de 25% têm programas de blockchain em operação ou lançaram projetos piloto. O setor financeiro foi considerado o líder do blockchain, com 46% dizendo que iria desenvolver mais nos próximos três a cinco anos.

O estudo, que analisou 600 executivos em 15 países, também encontrou incerteza regulatória e falta de confiança como as maiores barreiras para impedir a adoção de empresas.

"As empresas nos dizem que não querem ser deixadas para trás pela blockchain mesmo se nesta fase inicial de seu desenvolvimento as preocupações com a confiança e a regulação permanecerem", disse o líder da blockchain da PwC, Steve Davies. “Blockchain por sua própria definição deve gerar confiança. Mas, na realidade, as empresas enfrentam problemas de confiança quase a cada momento.”