Ações - Futuros caem enquanto China planeja retaliação comercial

set 11, 2018

Os futuros americanos caíam na terça-feira, em meio a notícias de que a China está buscando a permissão da Organização Mundial do Comércio para impor sanções comerciais a Washington.

Os futuros do S&P 500 cediam 6 pontos, ou 0,21%, e registravam 2.874.25 pontos às 7h50 enquanto os futuros do Dow recuavam 93 pontos, ou 0,36%, para 25.812,0 pontos. Enquanto isso, o índice de tecnologia de futuros do NASDAQ 100 tinha queda de 15 pontos, ou 0,21%, e marcava 7.444,50 pontos.

A China está planejando pedir permissão à OMC para impor sanções aos EUA, de acordo com uma agenda da reunião da OMC publicada na terça-feira. Pequim formalmente fará a solicitação na próxima semana, como uma aparente resposta às observações do presidente Donald Trump, que quer impor tarifas sobre quase todos os produtos chineses importados.

Enquanto isso, as negociações comerciais com a União Europeia continuaram. Embora Robert E. Lighthizer, tenha considerado as conversações como “construtivas”, um acordo provavelmente não será alcançado tão cedo quanto a administração da Casa Branca desejava.

Em outros notícias, o Facebook (NASDAQ: FB) caía 0,30%, enquanto a Tesla (NASDAQ: TSLA) cedia 2,18% e a gigante de e-commerce chinesa Alibaba (NYSE: BABA) perdia 1,16%.

A empresa de maconha medicinal Tilray Inc (NASDAQ: TLRY) estava entre os principais ganhadores no pré-mercado, subindo 3,81%, enquanto a Advanced Micro Devices Inc. (NASDAQ: AMD) aumentava 1,44%.

Na Europa, as bolsas estavam em baixa. O DAX da Alemanha caía 58 pontos ou 0,49%, o CAC 40 da França recuava 7 pontos ou 0.14% e o FTSE 100 de Londres estava em baixa de 39 pontos ou 0,55%. Enquanto isso, o índice pan-europeu EURO STOXX 50 recuava 14 pontos ou 0,44% enquanto o IBEX 35 tinha queda de 27 pontos ou 0,29%.

Com relação a commodities, contratos futuros de ouro recuavam 0,09% para US$ 1.198,70, ao passo que contratos futuros de petróleo dos EUA avançavam 0,27% para US$ 67,72 o barril. O índice dólar, que mede a força da moeda frente a uma cesta ponderada de seis principais divisas, subia 0,09% para 95.21.