BTG corta preço-alvo de Hapvida para R$ 32; recomendação segue de compra

out 19, 2018

O BTG Pactual (SA:BPAC11) reduziu a o preço-alvo das ações da Hapvida (SA:HAPV3) de R$ 35,00 para R$ 32,00, mantendo a recomendação de compra. Na visão dos analistas, a companhia continua aperfeiçoado e lançando protocolos para seus médicos para outros hospitais reforçando os cuidados preventivos e melhorando o controle de sinistros. Por outro lado, o aumento da sinistralidade, principalmente nos planos corporativos, pode exercer maior pressão.

Com isso, as ações operam em queda de 1,16% a R$25,50.

Para a equipe do banco, a estimativa é que a sinistralidade tenha sido em cerca de 60% nos últimos cinco anos, indo para 58% em 2017.

Levando em consideração o aumento máximo para reajuste de preços, considerando a inflação médica e o envelhecimento da população, além dos índices de produtividade, a equipe optar por uma postura mais conservadora.

O BTG destaca que apesar dos preços terem crescido, a sinistralidade aumentou, o que levou a reduzir as projeções para 2019 e 2020 em 6% e 9%, respectivamente, o que levou à reduçaõdo preço-alvo. Apesar disso, a ação opera com desconto de 21%, o que mostra que o cenário já pode estar precificado.

Os analistas explicam que três variáveis são vitais no segmento de panos de saúde: aumento no número de associados (Hapvida teve alta de 7% no ano), ticket médio (alta de 13% em um ano) e sinistralidade (queda de 20 pontos base na comparação anual. Os números mostram que a situação é melhor do que a registrada no momento do IPO.