Ações - Wall Street cai em meio a nova rodada de tarifas de EUA e China

jul 11, 2018

Wall Street estava em baixa nesta quarta-feira em meio a novas preocupações com a guerra comercial depois que a Casa Branca emitiu novas tarifas comerciais contra a China.

O S&P 500 caía 14 pontos, ou 0,51%, e estava em 2.779,58 pontos às 10h43 enquanto o Dow Composite recuava 140 pontos, ou 0,56%, para 24.779,06 pontos. O índice de tecnologia de NASDAQ Composite estava em baixa de 43 pontos, ou 0,56%, e marcava 7.715,99 pontos.

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou na última terça-feira novas tarifas de 10% sobre um adicional de US$ 200 bilhões em produtos chineses. A China disse que vai retaliar, mas não importa o suficiente dos EUA, então está procurando outras maneiras de reagir.

Ações do setor de tecnologia estavam em baixa, com Tesla (NASDAQ:TSLA) recuando 1,73% e Twitter Inc. (NYSE:TWTR) caindo 2,38%. Pfizer (NYSE:PFE) tinha queda de 0,37% após a fabricante de medicamentos anunciar que reorganizaria suas atividades em três unidades, ao passo que Boeing (NYSE:BA) recuava 0,99%.

Por outro lado, Visa Inc. (NYSE:V) subia 0,74% enquanto Amazon.com (NASDAQ:AMZN) avançava 0,03%. Facebook (NASDAQ:FB) estava em alta de 0,04% apesar de ter sido multado no Reino Unido por violação à lei de proteção de dados após o escândalo da Cambridge Analytica. A distribuidora de suprimentos industriais Fastenal Company (NASDAQ:FAST) subia 3,89% depois que seus lucros ficaram acima do esperado.

Na Europa, as bolsas estavam em baixa. O DAX da Alemanha caía 183 pontos ou 1,45%, o CAC 40 da França recuava 71 pontos ou 1,32% e o FTSE 100 de Londres estava em baixa de 84 pontos ou 1,10%. Enquanto isso, o índice pan-europeu EURO STOXX 50 tinha queda de 45 pontos ou 1,32% enquanto o IBEX 35 da Espanha caía 126 pontos ou 1,28%.

Com relação a commodities, os contratos futuros de ouro recuavam 0,33% para US$ 1.251,20 a onça troy, ao passo que os contratos futuros de petróleo dos EUA caíam 1,13% e eram negociados a US$ 73,27 o barril. O índice dólar, que mede a força da moeda frente a uma cesta ponderada de seis principais divisas, avançava 0,04% para 93,89.