Ações da Azul operam em queda de 2,5%; aérea vê aumento de demanda em junho

jul 10, 2018

Na tarde desta terça-feira, as ações da Azul (SA:AZUL4) operam em queda de 2,50% a R$ 20,28, mesmo com a companhia informando que a demanda total por seus voos subiu 21% em junho em relação ao mesmo mês do ano passado, com destaque para o crescimento no segmento internacional.

O dia também é negativo para a Gol (SA:GOLL4), com queda de 1,89% a R$ 10,91, com a CVC Brasil (SA:CVCB3) perdendo 4,48% a R$ 39,63.

A oferta total no período subiu 24,7% e a taxa de ocupação foi de 78,8%, queda de 2,4 pontos percentuais na comparação anual.

No segundo trimestre, a demanda total de passageiros avançou 17,4%, enquanto a oferta subiu 18,6%. A taxa de ocupação no período caiu 0,8 ponto percentual, para 80,1 por cento.

“Embora a taxa de ocupação tenha sido impactada por eventos não recorrentes, incluindo a greve dos caminhoneiros e a Copa do Mundo da Fifa, nós acreditamos que na segunda metade do ano a demanda será robusta”, disse o presidente-executivo da Azul, John Rodgerson, em comunicado divulgado nesta terça-feira.

A demanda doméstica no mês passado subiu 8,7% em relação a junho de 2017, enquanto a oferta cresceu 11,7%. Assim, a taxa de ocupação recuou 2,1 pontos percentuais, para 76,9%

Com o resultado de junho, a Azul encerrou o segundo trimestre com expansão de 5,6% na demanda doméstica em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto a oferta cresceu 7%. No período, a taxa de ocupação foi de 77,8%, um recuo de 1,1 ponto percentual na comparação anual.

No segmento internacional, a demanda avançou 66,6 por cento, enquanto a oferta cresceu 79,6 por cento. A taxa de ocupação foi de 83,9 por cento, queda de 6,6 pontos percentuais em relação a junho do ano passado.

A demanda por voos internacionais no período de abril a junho cresceu 66 por cento em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto a oferta avançou 73,1 por cento no período. Desta forma, a taxa de ocupação no período recuou 3,7 pontos percentuais, para 86,7 por cento.

Com Reuters.